Bolívia realiza Cúpula Mundial dos Povos com presença de delegações de mais de 40 países

Internacionalismo

Delegados de mais de 40 países participarão da Conferência Mundial dos Povos que se realizará na Bolívia onde debaterão sobre o direito à cidadania universal e por um mundo sem muros.

O intervencionismo militar das potências imperialistas contra os povos que lutam por sua libertação será outro dos tópicos do encontro.

A conferência, que terá lugar nos dias 20 e 21 de junho, no município de Tiquipaya, em Cochabamba, contará com a presença de 1.500 delegados, informou recentemente o  vice-ministro de Coordenação com os Movimentos Sociais da Bolívia, Alfredo Rada.

Também se espera a presença de vários ex-mandatários e reconhecidas personalidades, como o presidente de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén, e dos ex-mandatários da Espanha, Paraguai e Colômbia, José Luis Rodríguez Zapatero, Fernando Lugo e Ernesto Samper, respectivamente, além de um enviado do papa Francisco.

A Bolívia se transformou no epicentro deste tipo de conferências internacionais dos povos. Nesse encontro, estarão presentes delegações da América Latina, Caribe, Europa, África e Ásia, informou Rada.

A conferência é organizada pelo governo boliviano e por movimentos sociais aglutinados na Coordenadora Nacional para a Mudança (Conalcam, na sigla em espanhol).

Esta iniciativa foi respaldada durante a última Cúpula da  Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América, realizada em Caracas.

Por sua parte, o ex-assessor de Assuntos Migratórios da União de Nações Sul-americanas (Unasul), Jacques Ramírez, em entrevista à Rede Pátria Nueva da Bolívia, afirmou que a Conferência Mundial dos Povos é uma resposta contundente ao manejo desumanizado das migrações.

Reistência, com Prensa Latina

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