Forças Armadas venezuelanas reiteram compromisso de defender a soberania e a independência

Venezuela

A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) reiterou nesta terça-feira (1º/8) seu compromisso em defesa da soberania da Venezuela, diante do novo ataque do governo dos Estados Unidos, ao pretender impor sanções contra o presidente da República, Nicolás Maduro.

O general Vladimir Padrino López, chefe da FANB, emitiu um comunicadio e declarou ao canal Venezuelana de Televisão que estas sanções “são uma agressão contra a pátria” e interferem de maneira direta “em assuntos da segurança da nação”.

Leia a íntegra do comunicado.

A Força Armada Nacional Bolivariana novamente eleva sua voz diante do mundo inteiro para manifestar sua profunda indignação e o mais categórico rechaço, ao novo e infeliz ato de ingerência do governo dos Estados Unidos, que de maneira vil impôs sanções econômicas ao cidadão Nicolás Maduro Moros, Presidente Constitucional da República Bolivariana da Venezuela, nosso Comandante em Chefe.

É verdadeiramente inconcebível este tipo de medida, que alega “menoscabo da democracia e ruptura da ordem constitucional”, precisamente depois da contundente demonstração dada pelo povo venezuelano, em resposta à iniciativa do Primeiro Mandatário Nacional de convocar uma Assembleia Nacional Constituinte, como mecanismo consagrado na carta magna que invoca o poder originário para reapresentar as normas de convivência cidadã e consequentemente solucionar os problemas, promovendo a paz e a harmonia. Como já assinalamos, ignora-se a natureza popular e legítima deste processo.

Sem nenhuma dúvida, o governo norte-americano como parte de sua tradicional política intervencionista e imperialista, através do Departamento do Tesouro se arroga atribuições extraterritoriais que violam flagrantemente elementares princípios do direito internacional, com o desatinado propósito de minar a imagem do Poder Executivo Nacional e ainda mais destruir a institucionalidade, a governabilidade e a estabilidade do país.

De maneira insólita, qualifica-se como como ditador um governante eleito pela vontade da grande maioria dos venezuelanos e venezuelanas, que vem fazendo um esforço superlativo para preservar a paz da nação e evitar uma confrontação violenta. Por isso, ao intentar injustamente desonrar seu caráter democrático sob argumentos vãos e ilegais, ofende-se também a majestade e dignidade de seus concidadãos.

Nesse sentido, a Força Armada Nacional Bolivariana se aferra mais do que nunca a sua missão constitucionalmente atribuída; ratifica seu incondicional apoio e lealdade a nosso Comandante em Chefe, e reitera o compromisso histórico de defender a soberania e a independência nacional. Esta pátria de Bolívar, Zamora e Chávez não recebe ordenes nem aceita ameaças de potências ou impérios estrangeiros! Defenderemos a todo custo os mais sagrados interesses do povo venezuelano, sua dignidade, liberdade direito irrenunciável a definir seu próprio destino.

Atuaremos sempre com a força da razão, o respeito à legalidade e aos direitos humanos; mas sob o ideário do Libertador Simón Bolívar, do qual recordamos o que expressou no Quartel General de Valência, em 20 de setembro de 1818, em seu manifesto dirigido às nações mundo. Cito: “Eu encherei de glória a corrida que empreendi pela saúde de minha pátria e a felicidade de meus concidadãos, ou morrerei na demanda manifestando a todo o orbe que não se despreza e vilipendia impunemente os americanos”.

Chávez vive… A Pátria segue!

Independência e Pátria Socialista!

Viveremos e venceremos!

Resistência, com Correo del Orinoco

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