Jornada de solidariedade ratifica compromisso com a defesa da Venezuela diante do imperialismo

Solidariedade

As delegações internacionais que participam da jornada Todos Somos Venezuela manifestaram seu compromisso de defender a Venezuela do cerco político e econômico do governo dos Estados Unidos (EUA).

O lutador socialista, Fernando González, um dos Cinco Heróis cubanos, destacou durante o programa Os Domingos com Maduro, que ao defender o processo bolivariano se defende também os povos do mundo contra as agressões imperiais.

“Para nós é importante fazer chegar, através de todos aqui presentes a visão de que defendendo o processo revolucionário da Venezuela estamos defendendo nossos próprios países, nossos próprios povos”, afirmou.

A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, também participou do programa e disse que a luta pela Venezuela é a luta pela humanidade e por um mundo livre. Veja ao final da matéria um vídeo do momento em que o presidente Nicolás Maduro passa a palavra para Socorro Gomes.

O senador chileno José Navarro, manifestou que a luta pela liberdade e autodeterminação dos povos da região dependem da Venezuela.

“Estamos aqui para nos comprometer, esta jornada significa compreender que se um dia a Venezuela cai, cairão também todos esses países que lutam pelo progresso, pela liberdade”, disse.

venezuela2Navarro afirmou que os Estados Unidos agridem a Venezuela para evitar que germine “a semente que Chávez semeou no mundo inteiro de seu fruto, porque Chávez não pertence somente aos venezuelanos, mas ao mundo inteiro”.

Por esta razão, o professor e investigador chinês, Xu Shicheng, condenou as medidas unilaterais em matéria política e econômica tomadas pelo governo de Donald Trump contra o povo venezuelano.

“Nós pensamos que os Estados Unidos não têm razão para impor sanções contra a Venezuela”, explicou, acrescentando que se a Venezuela fosse agredida militarmente todos os povos do mundo se levantariam para lutar pela pátria de Bolívar.

Sobre a luta dos povos, a investigadora argentina, Paula Klachco instou os diversos movimentos humanistas e revolucionários da América latina, a evitar que o terrorismo de Estado retorne à região.

“Estamos nos somando à luta pelos povos. Conscientes de nossa tarefa de evitar que volte o terrorismo de Estado, porque a intenção de Donald Trump é essa, nos dominar pela força como fizeram os Estados Unidos na América Latina durante tantos anos”, afirmou.

Já Ronald Lumumba, filho do líder do Congo, Patrice Lumumba, falou da importância de fortalecer as relações de fraternidade entre América Latina e África.

“É necessário criar instituições entre a África e América Latina que funcionem como corpos permanentes. Os ataques hoje em dia na Venezuela não são fruto do acaso, são consequência lógica do império”, ressaltou.

Mais de 200 delegações de 60 países, dos cinco continentes, participam da jornada de solidariedade à Venezuela em que ratificam o caráter anti-imperialista dos povos através de uma declaração final.

O presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, Evo Morales, também participou da atividade.

Resistência com Agência Venezuelana de Notícias e Cebrapaz

 

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