Nicolás Maduro volta a pedir união do povo para garantir a paz na Venezuela

Constituinte na Venezuela

Presidente Maduro na reunião do Conselho de Ministros

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, reiterou nesta terça-feira (16) o chamado ao povo a consolidar a união como elemento fundamental para a paz no país.

“Chamo à união nacional dos venezuelanos e venezuelanas que queremos paz, que queremos democracia, que queremos liberdade, que queremos um país soberano, orgulhoso de sua raiz, que queremos trabahar, estudar, chamo à união nacional”, expressou o chefe de Estado durante uma reunião do Conselho de Ministros no Palácio de Miraflores, transmitida pela Venezuelana de Televisão.

O presidente ressaltou a necessidade de consolidar a união com a mobilização popular. “É necessário elevar a mobilização, a luta, a batalha para defender o direito à paz, à soberania, à vida de nosso povo e continuar avançando”.

Maduro comemorou o trabalho que a Comissão Presidencial para a Assembleia Constituinte está realizando ao impulsionar o diálogo nacional com todos os setores do país. Nesse sentido, lamentou que os representantes da alta hierarquia da igreja católica reunida na Conferência Episcopal Venezuelana não se incorpore ao debate constituinte, razão pela qual voltou a convidar esse setor. “Continuo fazendo um chamamento respeitoso a que ouçam, falem, dialoguem”.

O presidente indicou que alguns setores extremistas continuarão promovendo a violência como parte de uma agenda golpista, para chegar de forma inconstitucional ao poder político.

“A MUD (Mesa da Unidade Democrática) se negou a a dialogar (…), seu único caminho, sem retorno, se transformou na violência, a violência de rua, no ataque terrorista, com grupos armados que atacam a força pública, que atacam instalações policiais”.

Diante dos planos golpistas destes setores da oposição, o Governo Bolivariano reforçará o diálogo “livre, diálogo amplo, agenda aberta para falar de todos os temas”.

“O caminho da Venezuela é e será o diálogo (…) o respeito, a harmonia, o respeito às diferenças”, reafirmou.

Redação do Resistência, com Agência Venezuelana de Notícias

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