Coreia Popular

Pela independência no mundo

24/08/2016

A embaixada da República Popular Democrática da Coreia no Brasil enviou ao Resistência um conjunto de artigos abordando diversos aspectos da história e da realidade coreana. Nas próximas edições o Resistência irá publicar alguns destes artigos.

Pela independência no mundo

Kim Jong Un, Dirigente Máximo da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e Presidente de Partido de Trabalho da Coreia (PTC), no VII Congresso do Partido, referiu-se aos problemas fundamentais a serem solucionados na atualidade para defender a causa da independência no mundo.

Para construir um mundo independente, disse, primeiramente, todos os países e nações devem manter sua soberania, alteando a bandeira do anti-imperialismo e da independência.

Esta é a vida e a dignidade para um país ou nação e símbolo de um Estado soberano e independente.

Os países e as nações que aspiram à independência e à justiça têm de rechaçar a intervenção e a dominação das forças estrangeiras e forjar seu destino de maneira independente.

É imperioso lutar contra a agressão e a intervenção das forças imperialistas e dominadoras.

O primordial na luta anti-imperialista é deter e frustrar as tentativas de invasão e guerra dos Estados Unidos e seus aliados e salvaguardar a paz e a segurança no mundo.

Os povos amantes da paz não podem perdoar a agressão e a guerra dos imperialistas contra Estados soberanos, mas devem se esforçar entusiasticamente para preservar a paz e a segurança do mundo, evitando o perigo do conflito.

Os pacifistas travam uma enérgica batalha para desintegrar blocos militares agressivos que engendram enfrentamentos armados e guerras e para desmantelar as bases militares estrangeiras, a fim de construir um mundo novo e pacífico.

Os direitos humanos são precisamente os do Estado e da soberania do país e da nação, e os direitos humanos genuínos são garantidos por uma política estatal independente.

Os países e povos progressistas do mundo devem quebrar os motins hipócritas sobre os “direitos humanos” dos imperialistas e desnudar o crime dos EUA e seus aliados de ter causado o problema do êxodo em uma escala sem precedentes na história da humanidade, assim como por seus atos hediondos de violação dos direitos humanos.

Todos os países e nações aspirantes à independência nunca tiveram esperança ou ilusão alguma quanto à artimanha das duas caras que os imperialistas usam e à sua falsa “ajuda”, mas mantiveram sempre sua singularidade e nacionalidade.

Kim Jong Um disse também que é preciso lutar pela verdadeira justiça internacional.

À humanidade progressista lhe compete empenhar-se ativamente para ultrapassar as diferenças de critérios políticos, crenças e níveis econômicos e culturais, para defender a justiça internacional.

Com o objetivo de levar à prática da verdadeira justiça internacional, é preciso queimar o véu da “justiça” cinicamente ostentado pelos imperialistas e outras forças hegemônicas, desmantelar a velha ordem internacional em que a injustiça abunda por sua relação com a máscara de “justiça”, e introduzir uma nova ordem, verdadeiramente justa e imparciais. É essencial lutar de forma dinâmica para rejeitar o despotismo, a arbitrariedade, os padrões dúbios e a injustiça com que os imperialistas interferem na soberania e no direito à subsistência do país e da nação, e garantir a equidade em problemas internacionais, tais como os relacionados com combate ao terrorismo, conflitos e o meio ambiente.

A justiça internacional não é alcançada espontaneamente, mas somente quando os países anti-imperialistas e aspirantes à independência são fortalecidos. Se estas medidas não são fortes, ainda que sejam muito honestos e justos, tornar-se-ão fantoches dos poderosos e não poderão fazer valer a sua lealdade e honestidade nos fóruns internacionais. Aos povos progressistas, que amam a justiça, compete-lhes esforçarem-se tenazmente para aumentar as suas capacidades, atendo-se ao princípio de fortalecerem-se, com seus próprios recursos e, assim, antecipar a construção de um mundo novo e independente.

Kim Jong Un também assinalou que é importante dinamizar as ações para defender a causa socialista e assegurar seu avanço vitorioso.

O socialismo é a principal força na luta anti-imperialista pela independência e também o fator decisivo que impulsiona a luta para impedir a agressão e as manobras de guerra imperialistas e alcançar a independência no mundo.

Os países socialistas devem se apoiar em solidariedade, expandir e desenvolver a cooperação e o intercâmbio na luta para realizar os seus ideais e objetivos comuns.

Os países que aspiram ao socialismo hastearam a bandeira do anti-imperialismo e da independência, a fim de promoverem esta causa, rejeitando a agressão e despotismo dos imperialistas.

Todos os países e povos que defendem a independência apoiarão e ajudarão a causa socialista e a luta contra a campanhas antissocialistas dos imperialistas e outros reacionários.

Kim Jong Um indicou também que é preciso intensificar e desenvolver o Movimento dos Países Não-Alinhados. Este movimento deve tomar seu lugar e desempenhar o seu papel, como uma força antibélica poderosa e defensora da paz.

Países não-alinhados, hasteando a bandeira do anti-imperialismo e da independência, canalizam esforços hercúleos pela causa da independência do planeta e assim frustram as artimanhas dos imperialistas que visam a manter e consolidar seus blocos militares agressivos e resistem a todas as formas de agressão, intervenção, subjugação e desigualdade. Assim vencem as ações e maquinações coordenadas de agressão e guerra imperialista.

Além disso, Kim Jong Un também expressou que os partidos, grupos e países progressistas, que defendem a independência, devem se unir em colaboração, sob a bandeira do anti-imperialismo e da independência.

Os partidos e organizações revolucionários e progressistas unidos sob a bandeira do anti-imperialismo e da independência, serão a ponta de lança de sua luta contra o imperialismo, o inimigo comum, sem desconfianças ou lutas entre si para evitar os enganos. Ao intensificar a cooperação continental e regional com base no princípio de independência, igualdade e respeito mútuo, devem criar condições favoráveis para o avanço da causa da independência no mundo.

Sob a orientação de Kim Jong Um, o Partido do Trabalho da Coreia também continuará a trabalhar duro para alcançar a vitória da causa da independência do mundo, unido firmemente a todos os povos que, sob a bandeira do socialismo, defendem o anti-imperialismo e independência.

Fonte: Embaixada da República Popular Democrática da Coreia

 

Compartilhe:

Leia também