Venezuela denuncia cerco militar dos EUA e promove “Fórum Internacional sobre militarização americana em nossa América”

Imperialismo

No exercício militar AmazonLOG, governo golpista brasileiro permitiu, pela primeira vez, a presença de tropas dos EUA na Amazônia

O incremento de bases militares dos EUA na América Latina e no Caribe e a recente presença de tropas americanas em regiões “que historicamente ficaram longe da custódia militar de poderes extra-regionais, como a Amazônia”, acenderam a luz vermelha de alerta na República Bolivariana da Venezuela que promove, de 11 a 12 de dezembro, o “Fórum Internacional sobre militarização americana em nossa América”, reunindo, em Caracas, “importantes analistas e pesquisadores de diferentes latitudes”. Entre os convidados do governo venezuelano está José Reinaldo Carvalho, membro do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que já está na Venezuela e fará, na tarde do dia 11/12, uma palestra sobre o tema.

A Venezuela considera que está sendo “progressivamente assediada militarmente pelos Estados Unidos da América e seus aliados, pelas 12 bases militares americanas existentes no Panamá, as 7 bases militares reconhecidas na Colômbia, as duas bases militares da OTAN em Aruba e Curaçao , e os contínuos exercícios militares realizados” e aponta como um dos exemplos desta ameaça “o exercício militar conjunto chamado AmazonLOG  que foi dividido em três estágios: um de 28 de agosto a 1 de setembro, outro de 26 a 28 de setembro e um último de 6 a 13 de novembro de 2017, na tríplice fronteira entre Colômbia, Peru e Brasil, na chamada cidade brasileira de Tabatinga, na Amazônia”.

O governo da República Bolivariana da Venezuela espera que o Fórum ajude a aprofundar o entendimento sobre este tema e contribua para a denúncia da escalada belicista do imperialismo em nosso continente.

 

 

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